Adeus, carnaval
A parir de hoje, vocês me encontram neste blog. O carnaval acabou (e algumas mudanças são muito bem-vindas).
O que será que será/ Que dá dentro da gente e que não devia/ Que desacata a gente, que é revelia/ Que é feito uma aguardente que não sacia/ Que é feito estar doente de uma folia/ Que nem dez mandamentos vão conciliar/ Nem todos os ungüentos vão aliviar/ Nem todos os quebrantos, toda alquimia/ Que nem todos os santos, será que será/ O que não tem descanso, nem nunca terá O que não tem cansaço, nem nunca terá/ O que não tem limite
A parir de hoje, vocês me encontram neste blog. O carnaval acabou (e algumas mudanças são muito bem-vindas).
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Juliana Biscardi
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Vocês pensaram que eu escreveria sobre a data? Pensaram mesmo?
Pois se enganaram.
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Neste sábado, antes de me exilar na casa de mamãe por meras 24 horas, levei minha doce Cabíria à veterinária.
Ela tomou a segunda dose da vacina, rosnou para os cães desconhecidos e foi examinada. Resultado: a pulga, que no dia 1° de março pesava ridículos 2 quilos, já está com 5.
Eu? Eu babo horrores, tamanha a minha alegria.
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Porque não há nada mais esclarecedor do que uma aula - prática, diga-se de passagem - sobre vasectomia. Valeu, Luigi!
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“Deixa você passar dos trinta, trinta e cinco, ir chegando nos quarenta e não casar e nem ter esses monstros que eles chamam de filhos, casa própria nem porra nenhuma. Acordar no meio da tarde, de ressaca, olhar sua cara arrebentada no espelho. Sozinho em casa, sozinho na cidade, sozinho no mundo. Vai doer tanto, menino. Ai como eu queria tanto agora ter uma alma portuguesa para te aconchegar ao meu seio e te poupar essas futuras dores dilaceradas. Como queria tanto saber poder te avisar: vai pelo caminho da esquerda, boy, que pelo da direita tem lobo mau e solidão medonha”.
(Caio Fernando Abreu, “Dama da Noite”)
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